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O que é a doença celíaca?

Dores, inchaços, prejuízos na concentração, entre outros malefícios. Após algum tempo em busca dos fatores que causavam tanto desconforto e mal-estar, você descobriu que é celíaco. Mas o que é e quais os sintomas da doença celíaca? Esse problema nada mais é do que uma condição autoimune, que age como uma defesa do nosso organismo.

Quando o celíaco consome alimentos com glúten — uma proteína encontrada naturalmente no trigo, centeio, cevada e malte — o corpo tenta se defender e ataca a si mesmo. Isso causa um processo inflamatório que afeta o intestino delgado, interferindo diretamente na absorção de nutrientes essenciais ao organismo, como vitaminas, proteínas, sais minerais, carboidratos e, até mesmo, a água.

Estima-se que cerca de 1% da população mundial seja celíaca e que muitos casos não sejam diagnosticados da maneira correta. Quer saber mais sobre esse problema, conhecer suas causas, sintomas e formas de tratamento? Preparamos um texto super completo para tirar as principais dúvidas existentes sobre a doença celíaca. Boa leitura!

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Como ocorre a absorção de nutrientes pelo intestino?

O processo de absorção de nutrientes é um dos mais complexos de todo o organismo. Diversos órgãos e sistemas trabalham em conjunto para realizar essa atividade. Dessa forma, eles garantem o máximo de minerais e vitaminas para que nosso organismo trabalhe da maneira correta.

O protagonista dessa etapa, no entanto, é o intestino. É nele que ocorre a maior parte da absorção e, graças a esse órgão, conseguimos metabolizar todas as substâncias fundamentais para continuarmos vivos. Apesar da maior parte da absorção ocorrer no intestino delgado, ela já se inicia na mastigação, com a quebra de substâncias e moléculas.

O intestino delgado é uma das menores partes do intestino e está dividido em três outras porções, conhecidas como íleo, jejuno e duodeno. Nele, são absorvidos a água, vitaminas, minerais, gorduras e carboidratos, além de outras substâncias importantes. Na outra parte, que se chama intestino grosso, são absorvidos os compostos que passaram pela ”primeira peneira”.

Toda essa absorção se torna possível graças às microvilosidades, especializações de células que aumentam a superfície de contato do intestino, tornando-o muito mais sensível e apto a incorporar todos os nutrientes na corrente sanguínea, os quais serão transportados para seus devidos lugares no corpo humano.

A doença celíaca, no entanto, acaba danificando essas estruturas, tornando-as parcial ou totalmente incapazes de absorver os nutrientes. Por isso, é muito comum que pacientes que sofrem com esse problema estejam desnutridos, ainda que se alimentem corretamente em seu dia a dia.

Quais são os tipos de doença celíaca?

Assim como outras enfermidades, a doença celíaca apresenta algumas diferenças dependendo do organismo afetado e do quanto ela impacta cada pessoa. E, como em outras doenças, existem subdivisões para classificá-la. Confira quais são as principais classificações!

Silenciosa

A doença celíaca silenciosa é, como o nome já indica, aquela em que os pacientes não apresentam nenhum sintoma. Apesar disso, os testes para o problema têm resultado positivo. Por esse motivo, esse tipo é normalmente diagnosticado quando é feita uma investigação para outras enfermidades ou em check-ups anuais.

Um dos motivos para acender o sinal amarelo é conferir se algum familiar próximo possui doença celíaca. Isso porque há quase 10% de chance de que parentes de primeiro grau possuam a mesma enfermidade.

Latente

O tipo latente ocorre quando, apesar dos testes não indicarem a presença da doença, o paciente apresenta os genes relacionados a ela. Durante essa fase, ele ainda não teve a enfermidade completamente desenvolvida, apresentando apenas uma inflamação moderada.

Ou seja, é um momento que antecede a doença celíaca. Entretanto, o problema pode não se desenvolver futuramente e permanecer nessa fase. Em outros casos, ela é descoberta e diagnosticada um tempo depois, quando os exames são repetidos.

Típica (ou clássica)

Esse é o tipo de doença celíaca de mais simples diagnóstico, por conta dos sintomas bem definidos (e, por denominação, clássicos). Nessa variação, os testes acusam a enfermidade sem maiores interferências ou problemas.

A doença celíaca clássica geralmente se manifesta de 1 a 24 anos, mas não há uma regra. Além disso, ela possui início principalmente na fase em que o indivíduo começa a ingerir alimentos que contêm glúten, como pães e cereais.

Atípica (ou não clássica)

Por fim, uma das subdivisões mais comuns é a doença celíaca atípica. Nesses casos, o paciente é diagnosticado por meio de exames laboratoriais. A principal característica da doença é que o organismo não apresenta quaisquer sintomas gastrointestinais da doença, apenas os de cunho sistêmico, como dores de cabeça e nas juntas.

Apesar de não parecer, essa variação pode ser muito perigosa, por causa de outros problemas que ela causa. Em adolescentes, o principal é a dificuldade de crescimento. Já em adultos, ela pode acarretar problemas de infertilidade, osteoporose (mesmo antes do período de menopausa), artrite, manchas nos dentes, alterações no fígado etc.

Quais são os fatores de risco para a doença celíaca?

Como todas as doenças existentes, alguns fatores podem aumentar o risco de que alguém desenvolva a doença celíaca em algum momento de sua vida. Esses indicadores podem variar bastante, mas normalmente incluem os seguintes sinais que listamos abaixo. Acompanhe!

Ter um parente com a doença (relação genética)

O fator genético é muito importante e ter um parente, especialmente próximo, com a doença celíaca pode ser um grande agravante para o aparecimento dessa doença em algum momento da vida do paciente.

O risco aumenta cada vez mais de acordo com a proximidade do parentesco. Por isso, ter um pai, mãe ou irmão com a doença celíaca faz com que você tenha muito mais chances de desenvolvê-la do que se o celíaco em questão for seu tio ou primo, por exemplo.

Ter os genes HLA-DQ2 e HLA-DQ8

Algumas pesquisas sugerem que a doença celíaca ocorre apenas em indivíduos com determinados genes, os genes HLA-DQ2 e HLA-DQ8. Estima-se que cerca de um terço da população carrega essa carga genética em seu DNA, o que não quer dizer que todos esses indivíduos desenvolverão a doença.

Assim como acontece em outras situações, a ocorrência da doença dependerá de fatores que ”ativam” esses genes. Tais fatores podem ser tanto fisiológicos quanto ambientais e dependerão de uma série de variantes para ocorrer.

Ter outras doenças autoimunes ou problemas genéticos

Não é uma regra, mas ao que tudo indica pacientes com doenças autoimunes ou problemas genéticos podem ter mais chances de desenvolver a doença celíaca. Ainda não se sabe exatamente qual é a relação entre esses acontecimentos ou o motivo pelos quais isso acontece.

O que foi observado é que indivíduos com diabetes, por exemplo, além da síndrome de Down ou de Turner, podem ter mais chances de adquirir a doença celíaca do que pacientes completamente saudáveis.

Atrite reumatóide

A Atrite reumatoide é um exemplo de condição autoimune que amplia as chances do desenvolvimento da intolerância ao glúten. Trata-se de uma doença inflamatória crônica que afeta, sobretudo, as articulações das mãos e dos pés.

Como consequência, é causado um inchaço doloroso — que pode até mesmo resultar em erosão óssea e deformidade articular.

Colite microscópica

Trata-se de uma condição inflamatória que afeta a mucosa do intestino grosso, comum especialmente em pacientes com idade superior a 60 anos. Os sintomas que ela provoca são diversos, incluindo dores abdominais e cólicas, diarreia, perda de peso não intencional, náuseas, etc.

A colite microscópica é de 50 a 70 vezes mais comum nos pacientes portadores de doença celíaca, por isso, é certamente um dos fatores de risco.

Doença de Addison

A Doença de Addison ocorre quando as glândulas suprarrenais (também conhecidas como glândulas adrenais) não conseguem produzir quantidades suficientes de seus hormônios. Há dois tipos possíveis da doença, motivados por causas distintas. São eles:

  • insuficiência adrenal primária;
  • insuficiência adrenal secundária.

A Doença de Addison pode ser a manifestação de uma síndrome poliendócrina autoimune, ou seja, quando há outras reações autoimunes contra outros órgãos. Por isso, ela pode estar associada a diversas condições. Entre elas o hipotireoidismo, a diabetes mellitus tipo 1, o vitiligo, a alopécia e a doença celíaca.

Quais são os principais sintomas da doença?

Um dos maiores problemas da doença celíaca é explicar seus sintomas. Um celíaco pode ter o diagnóstico dificultado por características de sua própria condição, já que a doença não apresenta necessariamente os mesmos sinais em indivíduos diferentes.

Como vimos nos subtipos da enfermidade, a doença celíaca pode ser assintomática, apresentar um único sintoma ou, até mesmo, um conjunto deles, que podem estar relacionados a outras doenças.

Os sintomas mais comuns da doença celíaca são aqueles que se manifestam no intestino, como:

  • diarreia;
  • prisão de ventre;
  • distensão abdominal;
  • dor abdominal;
  • vômitos;
  • intolerância à lactose.

Além dos sintomas intestinais, a doença interfere diretamente na absorção de nutrientes essenciais ao organismo. Por conta disso, pode afetar o organismo de forma generalizada. Alguns sinais físicos que requerem atenção são:

  • fadiga;
  • osteoporose;
  • irritabilidade;
  • desnutrição;
  • anemia;
  • déficit de crescimento;
  • depressão;
  • esterilidade.

Quais são os principais sintomas em crianças?

É comum que a forma clássica da doença celíaca se desenvolva na infância precoce, ou seja, meses após a introdução do glúten na alimentação do bebê. Nessa fase, os sintomas mais comuns incluem diarreia crônica, perda de peso sem motivo aparente e distensão abdominal.

Já nas formas não clássicas da condição, que também são bastante frequentes, é observada a ocorrência de sintomas isolados, como constipação frequente, vômito, diarreia, irritabilidade, dor abdominal, anemia crônica, baixa estatura (devido a um atraso no crescimento) etc.

Como já mencionamos, alguns indivíduos estão mais propensos a desenvolver a doença, o que não poderia ser diferente para as crianças. Se um irmão (ou outro parente próximo) tem a condição, é importante que os pequenos sejam examinados. Pacientes infantis com síndrome de Down também precisam ser monitorados ao longo da vida.

Caso note que a criança apresenta um ou mais sintomas listados acima, o primeiro passo é consultar imediatamente o pediatra. Ele saberá avaliar o estado geral do paciente, levantar a hipótese de doença celíaca e iniciar uma investigação para chegar ao diagnóstico.

Quais são as causas desse problema?

Mas afinal, como se desenvolve a doença celíaca? Na maioria dos casos, seus portadores são pessoas que apresentavam predisposição genética à doença. Ou seja, indivíduos que nasceram com a chance de manifestar a intolerância ao glúten.

Tal predisposição é comum em parentes de primeiro grau de uma pessoa que já tem a doença celíaca, mas não necessariamente alguém da sua família precisa ser portador para que essa condição se desenvolva. Como já dissemos anteriormente, a doença celíaca pode ocorrer a partir de simples predisposição genética.

Como é feito o diagnóstico da doença celíaca?

Diagnosticar a doença celíaca nem sempre é fácil. O primeiro passo é a suspeita do problema, que pode surgir tanto por parte dos médicos, após exames clínicos minuciosos, quanto por parte dos pacientes, que normalmente se queixam dos sintomas gastrointestinais e neurológicos mencionados acima.

Após isso, existem vários exames para identificá-la. O mais simples, e normalmente o primeiro a ser solicitado pelo médico, é uma análise do sangue para medir a dosagem da imunoglobulina IgA. Trata-se de uma glicoproteína responsável pelos anticorpos antitransglutaminase IgA e IgG.

Embora o exame ajude, e muito, no diagnóstico, ele não é tão preciso, pois não fornece um resultado definitivo para a doença celíaca. Portanto, hoje em dia, é necessária a realização da biópsia do intestino delgado para confirmar a enfermidade.

A biópsia é feita a partir de uma endoscopia do intestino. Um órgão normal apresenta vilosidades intestinais semelhantes ao formato dos dedos das nossas mãos. É nesse local que ocorre a absorção dos nutrientes — proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e sais minerais.

No paciente celíaco, essas vilosidades tornam-se achatadas (atrofiadas). Isso prejudica a absorção dos nutrientes, por causa da diminuição da superfície de contato e redução do espaço hábil para a absorção. No entanto, a visualização da aparência dessas vilosidades só é possível com o auxílio do microscópio.

O mais importante a se saber é que, para diagnosticar a doença celíaca, é importante que o paciente esteja consumindo glúten, uma vez que nosso corpo só produzirá os anticorpos na presença do alimento indevido. Por isso, iniciar uma dieta sem glúten por conta própria pode dificultar o diagnóstico da doença celíaca futuramente.

Doença celíaca é o mesmo que intolerância ao glúten?

A doença celíaca e a intolerância ao glúten são duas questões completamente diferentes. Como já foi explicado, a doença celíaca é uma resposta autoimune ao contato do glúten com o intestino, afetando seriamente a mucosa intestinal.

Por outro lado, a intolerância ao glúten está relacionada à má digestão dessa mistura de proteínas e não tem ligação com lesões intestinais severas, como é o caso da doença celíaca.

De certa forma, é possível afirmar que a intolerância é um conjunto de sinais que não necessariamente causam problemas físicos, como é o caso dos danos às microvilosidades causados pela doença celíaca. Os sinais da intolerância ao glúten incluem:

  • dor abdominal;
  • flatulência;
  • diarreia;
  • fadiga;
  • dores de cabeça;
  • síndrome do intestino irritável.

E a alergia ao trigo, o que é?

A doença celíaca e a intolerância ao glúten ainda podem ser confundidas com outro problema: a alergia ao trigo. Esse alimento é um dos mais consumidos em todo o mundo e é a principal matéria-prima de pães e massas.

A alergia ao trigo é uma reação alérgica às proteínas presentes nesse cereal: glutenina e gliadina. Elas podem reagir com a imunoglobulina E (lgE) e, assim, desencadear uma série de sintomas, como:

  • rinite;
  • asma;
  • náuseas;
  • vômitos;
  • urticária;
  • coceira na pele;
  • diarreia;
  • inchaço na garganta.

Apesar da presença de glúten no trigo, isso não significa que pessoas com alergia a esse alimento vão apresentar reações alérgicas ao ingerir outros cereais que contenham essa proteína.

Por conta disso, os alérgicos ao trigo podem consumir tranquilamente produtos que contenham cevada e outros cereais do tipo, desde que tais ingredientes não sofram contaminação cruzada direta com o trigo.

A doença celíaca tem cura?

Quando falamos em uma doença, a primeira coisa que perguntamos é: “E agora, como curar?”. No caso da doença celíaca, infelizmente não existe cura. Há, atualmente, a condução de pesquisas sobre o assunto, que trazem esperanças de que enzimas ou vacinas possam, em um futuro próximo, neutralizar o problema.

No entanto, pelo menos enquanto os pesquisadores não encontram a cura para a doença, o único modo de lidar com essa condição e eliminar seus sintomas é eliminando da dieta o agente causador dos problemas – o glúten.

Ou seja, é possível ter qualidade de vida e aprender a lidar com a doença celíaca, convivendo de forma pacífica com a condição e eliminando completamente os seus sintomas do dia a dia.

Quais hábitos devem ser adotados por quem tem doença celíaca?

Para ter qualidade de vida e conviver com a doença celíaca, é necessário seguir alguns passos importantes no manejo ambiental e alimentar para garantir que as reações não serão ativadas pelo organismo. Confira algumas dicas a seguir!

Cuide da alimentação

O primeiro passo que deve ser seguido por quem tem a doença celíaca é eliminar completamente o glúten da dieta alimentar. Por isso, não coma pão, torradas, massas, bolachas, biscoitos, bolos, pizzas e salgadinhos.

Se você ficou desesperado após ler essa lista de alimentos proibidos, pode ficar tranquilo! Há diversas opções de produtos GlútenFree no mercado.

Também estão liberados frutas, verduras, legumes, arroz e seus derivados, feijão, amido de milho, fubá, farinha de mandioca, tapioca, polvilho, fécula de batata, carnes bovinas, de frango e peixes, sal, açúcar, chocolate em pó, cacau, gelatinas, óleos e derivados do leite.

Fique atento à contaminação cruzada

Infelizmente, qualquer restrição de dieta pode ir por água abaixo se a contaminação cruzada não for levada em consideração. Por isso, não adianta somente fazer as substituições alimentares. É preciso ficar de olho no glúten escondido em alguns produtos, como:

  • alimentos com conservantes e estabilizadores, comumente encontrados em produtos industrializados;
  • caldos para cozinhar;
  • molhos e temperos prontos;
  • produtos com amido modificado;
  • suplementos de vitaminas e minerais;
  • remédios vendidos sem prescrição médica;
  • cosméticos;
  • pasta de dente e enxaguante bucal.

Também é importante ficar atento ao preparo dos alimentos. O ideal é separar utensílios para o uso exclusivo das refeições sem glúten, a fim de prevenir a contaminação cruzada.

Evite comer em lugares desconhecidos

Ainda falando sobre a contaminação cruzada, é muito importante que os celíacos evitem consumir alimentos em lugares desconhecidos, seja em festas ou em redes de restaurantes que não sejam reconhecidos pelo diferencial glúten free.

Por isso, informe-se com os gerentes do estabelecimento se há, na cozinha, uma distinção entre as áreas de preparação dos alimentos para alérgicos. Além disso, esteja sempre preparado e leve snacks com você para todos os lugares — eles podem salvar o seu dia!

Tome cuidado com bebidas alcoólicas

Os celíacos precisam, além dos cuidados com a alimentação, prestar atenção extra no tipo de bebida que consomem. Por incrível que pareça, diversos drinks — como é o caso da cerveja — contêm glúten em sua composição.

No entanto, se você é uma pessoa que gosta de beber socialmente, não é preciso se preocupar! Felizmente, existem marcas de cerveja sem glúten no mercado, perfeitamente seguras para aqueles que não dispensam uma gelada de vez em quando.

Tome chá de aloe vera

A aloe vera é uma planta que ajuda a diminuir a inflamação no intestino grosso e contribui para acelerar a recuperação dos tecidos do intestino que sofreram lesões, o que melhora o processo digestivo.

É recomendado tomar um copo de chá ou suco de aloe vera por algumas semanas para melhorar a condição clínica do celíaco.

Tome bastante sol

É comum que os celíacos tenham deficiência de vitamina D, por conta da dificuldade de absorção de nutrientes importantes para a sintetização dessa substância pelo nosso corpo.

Por isso, é importante tomar de 10 a 15 minutos de sol, por dia, sem protetor solar. A carência dessa vitamina pode provocar o enfraquecimento dos ossos, diminuição de cálcio e fósforo no sangue, dor e fraqueza muscular.

Consuma probióticos e peixes oleosos

A ingestão de alimentos probióticos, como iogurte e kefir, ajuda a regular o funcionamento intestinal, facilitando a digestão e a absorção dos nutrientes.

Já os peixes oleosos, como salmão e atum, são ricos em ômega 3, ácido graxo que age no organismo como um anti-inflamatório natural, protegendo o revestimento do intestino e prevenindo inflamações.

Por que é importante procurar ajuda médica?

A doença celíaca afeta as pessoas de forma diferente, sejam crianças ou adultos. Por isso, é sempre importante buscar ajuda médica quanto antes se manifestarem os sintomas que mostramos até então.

Algumas pessoas podem desenvolver a doença celíaca na infância, enquanto outros só passam a conviver com ela na idade adulta. Como suas manifestações clínicas e funcionais são variadas, é possível que uma pessoa aparentemente sadia possa sofrer com a condição sem ao menos saber.

Por isso, lembre-se de que é importante procurar um médico antes mesmo de tentar uma dieta sem glúten. Afinal, como já dito anteriormente, se você parar ou reduzir a quantidade da substância ingerida antes de fazer o teste, é possível que os resultados sejam comprometidos, obtendo um diagnóstico equivocado.

Como vimos, a doença celíaca é uma condição autoimune que, muitas vezes, age de forma silenciosa e demanda muitos cuidados. Por isso, se informar sobre o assunto é essencial para que cada vez mais celíacos recuperem sua qualidade de vida e possam conviver da melhor forma possível com a doença.

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