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Diabetes tipo 2: o que é, quais as causas e sintomas

A diabetes é uma doença que afeta milhões de pessoas no mundo, sem restrição de idade ou de sexo, e demanda cuidado especial. É preciso ter uma alimentação balanceada e levar um estilo de vida saudável para controlar esse mal e garantir o bem-estar do paciente. Para isso, é preciso conhecer os sintomas de diabetes tipo 2 e estar bem informado.

As causas para o desenvolvimento da doença são variadas e conhecer os fatores de risco dela é muito importante. Além disso, os sintomas são bastante típicos e conhecidos pelos médicos especializados no tratamento do problema — o que facilita um diagnóstico mais rápido depois de uma consulta e alguns exames.

Se você ainda tem dúvidas sobre a diabetes tipo 2, não se preocupe! Neste artigo, você conhecerá o que é a doença, quais são as causas, os sintomas, os exames para identificá-la e os tratamentos disponíveis. Acompanhe!

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O que é a diabetes tipo 2?

A diabetes tipo 2 se caracteriza, basicamente, por duas deficiências do organismo. A primeira delas ocorre quando o corpo não consegue usar a insulina de maneira adequada. Já a segunda, quando o organismo não a produz de forma suficiente.

A insulina é um hormônio secretado pelo pâncreas e responsável por transportar o açúcar do sangue para dentro das células. Lá, ele será usado como forma de energia. Quando a insulina não consegue agir, ocorrem alterações no controle glicêmico.

Quando não há o transporte para as células, o açúcar se acumula na corrente sanguínea, aumenta as taxas de glicose e causa a diabetes. O tipo 2 da doença é o mais comum entre os pacientes e afeta entre 90% a 95% das pessoas com esse mal.

Quais são as causas da diabetes?

Como toda doença, há fatores de risco que aumentam as possibilidades de a diabetes surgir. Entre as causas da tipo 2, podemos destacar:

  • sobrepeso ou obesidade;
  • sedentarismo;
  • idade acima de 45 anos;
  • problemas de hipertensão;
  • abuso no consumo de álcool;
  • altas taxas de triglicerídeos;
  • hereditariedade;
  • histórico de diabetes gestacional;
  • baixos níveis de colesterol do tipo HDL.

Para quem se encaixa em qualquer um desses grupos de risco, é recomendável procurar um médico o quanto antes para fazer um check-up. Caso a diabetes seja comprovada, é preciso começar um tratamento para diminuir os riscos da doença.

Qual é a importância da glicose no organismo?

É muito comum achar que a glicose é algo nocivo para o corpo, já que o seu excesso na corrente sanguínea pode gerar alguns problemas. No entanto, essa substância é essencial para a nossa existência.

Ela é um carboidrato relativamente simples, que é responsável pela formação de muitos outros, posteriormente utilizados na formação de proteínas, ácidos nucleicos etc. Além disso, a glicose é a principal fonte de energia utilizável pelos humanos, o que a torna crucial para a vida.

Por isso, mesmo pessoas diabéticas necessitam de sua dose de glicose no organismo. Afinal, é a partir dela que o ATP (molécula de energia) será criado e utilizado para que o metabolismo esteja sempre equilibrado.

Qual é a diferença entre hiperglicemia e hipoglicemia?

Os desequilíbrios nos níveis da glicose são conhecidos por hiperglicemia e hipoglicemia, e significam, respectivamente, níveis exagerados e insuficientes da substância na corrente sanguínea. Os diabéticos estão sujeitos a sofrer com os dois problemas.

O primeiro ocorre quando há muito açúcar para pouca insulina circulante. Esse é causado por fatores específicos, como o excesso de alimentação à base de carboidratos ou a falta de atividades físicas. Os sintomas mais comuns incluem:

  • aumento das idas ao banheiro para urinar;
  • sede exagerada;
  • fome que não cessa.

Nesses casos, o uso de medicamentos ou a aplicação de insulina são os tratamentos indicados para os pacientes diabéticos.

Já a hipoglicemia ocorre quando há muita insulina e pouca glicose no sangue. Os fatores causadores desse problema podem incluir a falta de alimentação, o consumo de bebidas alcoólicas ou a prática excessiva de atividade física. Os sinais de baixa glicose incluem:

  • cansaço;
  • falta de energia;
  • suor excessivo;
  • batimentos cardíacos acelerados;
  • visão embaçada ou turva;
  • desorientação mental.

Para resolver esse problema, é indicado que o paciente ingira algum tipo de carboidrato de fácil liberação. As melhores opções são balas ou o próprio açúcar refinado, que deve ser consumido com muita moderação.

Como identificar os sintomas da diabetes tipo 2?

Um dos grandes perigos da diabetes tipo 2 é o fato de poder ser assintomática. Assim, saber reconhecer quais são os sinais mais comuns é importante para poder atuar na identificação e controle da doença o mais rápido possível. Os principais deles — parecidos com os da diabetes tipo 1, são:

  • sede recorrente e em excesso;
  • fome além do normal;
  • constante vontade de urinar;
  • visão embaçada sem motivo aparente;
  • fadiga frequente;
  • dificuldade de cicatrização de feridas;
  • formigamento nos pés;
  • infecções frequentes na pele e na bexiga;
  • ressecamento da pele.

Além dos fatores de risco, esses sintomas são fortes indícios de que a pessoa está com diabetes. Por isso, é fundamental saber as causas da doença, fatores de risco e os principais sintomas para a pessoa buscar ajuda profissional o mais rápido possível.

Como é feito o diagnóstico da diabetes tipo 2?

O diagnóstico para a diabetes tipo 2 pode ser feito por meio de três diferentes exames. Conheça cada um deles a seguir.

Curva glicêmica

Esse exame constata se a pessoa é diabética ou não a partir do cálculo da velocidade com que o corpo assimila a glicose no sangue. Para isso, o paciente deve ingerir 75g de glicose e, em um intervalo de até 120 minutos depois, a medição é feita.

O número de referência para o exame é de 140mg/dl (miligramas de glicose por decilitro de sangue), após as duas horas. Se o valor ultrapassar 200 mg/dl, o diagnóstico de diabetes é confirmado pelo especialista e o tratamento iniciado.

Glicemia de jejum

Nesse teste, a referência para saber se a pessoa está com diabetes é o nível de açúcar no sangue no momento do exame. Se o número indicado for maior do que 100mg/dl, outros exames mais aprofundados podem ser solicitados pelo médico para a comprovação do quadro diabético. Mas, se o valor exceder 126 mg/dl, já é um maior indicativo de diabetes tipo 2.

Esse é um exame mais simples se comparado aos demais e, por isso, os outros exames dessa lista podem ser pedidos para garantir um diagnóstico preciso da doença.

Hemoglobina glicada

O exame de hemoglobina glicada constata, a partir das taxas de hemoglobina — proteína encontrada nos glóbulos vermelhos —, se o índice glicêmico está alto. A hemoglobina desempenha a função de absorver glicose quando há a concentração do açúcar no sangue.

A análise mostra a média de concentração de hemoglobina nos últimos meses, antes da ida do paciente ao laboratório. O valor de referência decisivo para indicar a diabetes deve ser igual ou maior do que 6,5% de taxa de hemoglobina.

Quais são as principais complicações da doença?

Se a doença não for detectada e tratada, ela pode trazer diversas complicações ao indivíduo, assim como qualquer outro mal. Veja alguns deles a seguir.

Doenças cardiovasculares

O risco de desenvolver alguns problemas, como angina, ataque cardíaco, infarto e acidente vascular cerebral (AVC), é maior entre os pacientes com diabetes tipo 2. Isso porque níveis altos de glicemia no sangue podem facilitar o depósito de gordura corporal nas paredes dos vasos sanguíneos.

Retinopatia

A diabetes tipo 2 pode afetar os vasos sanguíneos da retina e causar complicações na visão, desenvolvimento de catarata, glaucoma e, em alguns casos, cegueira. Essa complicação é, infelizmente, muito comum e, por isso, os cuidados de prevenção com um oftalmologista são sempre recomendados.

Pé diabético

É causado por uma ferida na região que não cicatriza e pode provocar uma infecção. Problemas circulatórios e controle de glicemia são as principais razões para o aparecimento.

Infecções

Níveis elevados de glicose no sangue podem favorecer o crescimento de fungos e bactérias no organismo, causando alguns problemas no funcionamento do sistema imunológico. Com isso, é comum que aumentem as chances do desenvolvimento de infecções.

Osteoporose

Pacientes com diabetes tipo 2 têm mais chance de fraturas nos ossos. Isso porque a doença atrapalha a formação de colágeno e, assim, a estrutura óssea fica mais fragilizada.

Depressão

Pouco se fala sobre esse assunto, mas as pessoas com a doença ficam mais propensas a desenvolver depressão. O tratamento é demorado e estressante, sem contar as limitações que impõe ao paciente.

Distúrbio do sono

A diabetes tipo 2 pode causar, entre outras coisas, alterações das horas dormidas. Os pacientes podem enfrentar dificuldades para dormir, sonolência e apneia.

Acidente vascular cerebral (AVC)

A diabetes faz com que o revestimento das artérias se enfraqueçam, o que faz com que ele perca a capacidade protetora natural. Assim, moléculas de gordura e outras substâncias inadequadas podem comprometer a integridade dos vasos, fazendo com que eles rompam.

Neuropatias

As neuropatias são, como o próprio nome já indica, problemas que afetam os nervos do corpo e que podem ou não ser permanentes. Pessoas com diabetes estão mais propensas a sofrer com sintomas como formigamentos, perda de sensibilidade nos membros e dores fortes.

Amputações

Por fim, um dos problemas mais comuns e temidos entre os diabéticos é a amputação. Os danos neurais e complicações de outros problemas, como o pé diabético, podem ser bastante graves e irreversíveis, causando a morte dos tecidos. Nesses casos, é recomendada a amputação do membro afetado para evitar que o problema se espalhe.

Quais são os tratamentos disponíveis para a diabetes tipo 2?

Algumas ações podem ser bem simples e devem ser tomadas de imediato, logo após o diagnóstico positivo para diabetes tipo 2. Essas recomendações devem ser seguidas com disciplina para estabilizar, em curto prazo, o índice glicêmico no sangue. São elas:

Já diante de um quadro mais grave de diabetes tipo 2, outras recomendações médicas podem ser adicionadas a essa lista. Uma delas é o uso de insulina, que pode ser aplicada tanto pelo próprio paciente quanto por outra pessoa — em casa mesmo.

O hormônio injetado deve ser dosado e usado de acordo com a prescrição médica sempre. É importante citar que as doses mais altas ou mais baixas além da recomendação podem trazer sérios riscos — entre eles, o descontrole do nível de glicose no sangue.

O uso de medicamentos também é indicado como uma medida mais incisiva no combate à diabetes. Algumas medicações são:

  • Glimepirida;
  • Glifage;
  • Diamicron MR;
  • Metformina;
  • Glicazida.

Como existem várias opções de medicamentos, o especialista da sua confiança saberá indicar o mais adequado para cada caso. Alguns remédios podem causar a hipoglicemia, ou seja, uma queda brusca da glicose no sangue em pouco tempo, e isso pode, em nível extremo, levar a pessoa ao coma.

Para diabéticos que mantêm as taxas de glicemia mais controlada e, principalmente, para os pacientes com índices muito alterados, medir a glicemia regularmente é essencial.

Pela medição diária, a pessoa pode controlar melhor a alimentação e o uso de medicamentos ou da insulina. A medição serve como uma balança para saber quando e qual medida deve ser adotada para controlar a glicemia de forma mais eficiente.

Como prevenir essa doença?

Se você ainda não apresenta os sintomas da diabetes tipo 2 e quer se prevenir, saiba que há uma série de medidas a serem adotadas para evitar esse mal. A maioria delas se refere a uma mudança no estilo de vida e garantirão muito mais saúde, prevenindo inúmeros problemas além da diabetes.

Confira, a seguir, algumas dicas práticas e importantes para prevenir essa doença:

  • controle o seu peso — a obesidade está ligada a uma série de doenças, não somente à diabetes tipo 2;
  • tente adotar bons hábitos alimentares e evite o consumo exagerado de alimentos ricos em açúcar e gordura;
  • consuma fibras e grãos, pois eles ajudam no controle de peso e da glicemia;
  • pratique atividades físicas regularmente, sempre, com o acompanhamento de um especialista;
  • fique longe dos cigarros;
  • evite o consumo de bebidas alcoólicas;
  • faça exames regulares para garantir o controle dos níveis de triglicerídios e colesterol HDL no organismo.

Viu como não são medidas muito extremas? O importante é levar um estilo de vida saudável para garantir o seu bem-estar e evitar o surgimento de diversas doenças, inclusive da diabetes tipo 2.

Além disso, é importante salientar a existência da pré-diabetes, um estágio que nos informa que algo está errado, mas que ainda é possível reverter o quadro. Por isso, consulte sempre um médico de confiança para auxiliá-lo!

Como você pôde perceber, há vários sintomas da diabetes tipo 2. Mas fique tranquilo que, para combatê-la, a medicina já tem muitos tratamentos avançados. O importante é saber reconhecer os sintomas e, uma vez confirmada, ter acompanhamento médico para controlar a doença. Lembre-se, sempre, de levar uma vida saudável para o seu bem-estar!

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