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Glicose alta: saiba o que é, os sintomas e consequências para saúde

A glicose alta é muito silenciosa e é provocada não só pelo diabetes, como por outras doenças. Entender o que é, quais são os sintomas e as consequências da hiperglicemia ajuda a tratar do problema.

O que é a glicose alta?

A glicose alta acontece quando a taxa glicêmica no sangue — ou seja, o açúcar — está acima do valor tolerável pelo organismo.

Esse quadro de excesso de glicose no sangue pode ser uma consequência do diabetes tipo 1 ou 2, quando a insulina não consegue controlar a glicemia sanguínea.

Além do diabetes, outros casos podem desencadear o mesmo problema. Pancreatite, hipertireoidismo e tumores que afetam hormônios são alguns exemplos de outros problemas que geram a hiperglicemia.

Fora essas doenças, o estresse emocional e a alimentação também têm grande influência no excesso de açúcar no sangue. Dietas ricas em carboidratos e doces são fortes estimuladoras para o problema.

Você também deve levar em conta que alguns medicamentos podem desregular o processo de queima de glicose ou afetar a produção e uso de insulina pelo corpo.

Quais são os sintomas da glicose alta?

O aumento da taxa de açúcar no sangue pode levar até dois ou três dias para exceder os limites normais do corpo.

Quando o problema surge, há dois grupos de sintomas que devem ser levados em conta para o diagnóstico médico: os precoces e os tardios.

Os precoces surgem de imediato no pico glicêmico, e são:

  • sede excessiva;
  • fadiga no corpo;
  • vontade de urinar constantemente;
  • visão turva;
  • dores de cabeça.

Os tardios aparecem em longo prazo, quando o problema não é tratado, e são:

  • boca seca;
  • náuseas e vômitos;
  • cansaço;
  • perda de peso;
  • dores abdominais;
  • hálito com cheiro similar ao de frutas;
  • coma.

Quais são as consequências da glicose alta?

Assim como os sintomas, as consequências também se dividem em dois grupos: as imediatas e as de longo prazo.

As consequências imediatas, que devem ser tratadas com urgência, são:

Síndrome hiperosmolar hiperglicêmica

Ela se caracteriza quando o organismo usa precariamente a insulina para o controle de glicose no sangue. Assim, a glicose é expelida na urina, gerando maior frequência de urinação.

Quando não tratada, essa síndrome pode levar a pessoa ao coma.

Cetoacidose

Surge quando as cetonas — composto orgânico — ficam em excesso no sangue ou na urina. Isso ocorre por causa da falta de insulina, que transforma a glicose em energia para o corpo usar.

Esse quadro médico pode levar a pessoa ao coma diabético e à morte.

Já as complicações de longo prazo, são:

  • danos nos nervos;
  • insuficiência renal;
  • catarata;
  • perda da visão;
  • problemas dentários e na gengiva;
  • problemas nas articulações e ossos;
  • infecções de pele;
  • candidíase;
  • problemas no coração;
  • pressão alta.

Para as crises de hiperglicemia não aparecerem, o ideal é fazer consultas médicas com frequência e, também, usar o medidor de índice glicêmico.

Essas são medidas para qualquer pessoa que tenha picos nas taxas de glicose no sangue. E para os pré-diabéticos e diabéticos, essas ações devem ser redobradas de atenção.

E você, já passou por uma crise de glicose alta no sangue ou tem algum amigo ou parente que vive esse problema? Confira nossos conteúdos específicos sobre uma vida sem açúcar.

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