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Hipoglicemia: cuidados para controle e prevenção

Quando se fala em hipoglicemia, cuidados são imprescindíveis para controle e prevenção dessa condição que afeta não só os diabéticos, mas também pessoas que não possuem esse diagnóstico.

Mas não precisa ficar assustado, pois a hipoglicemia é simples de ser prevenida e de fácil tratamento. Basta ficar atento para continuar com uma vida saudável.

Confira neste post os cuidados que devem ser tomados.

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O que é a hipoglicemia

A hipoglicemia é uma condição que acontece quando os valores de glicose no sangue caem para níveis considerados anormais, ou seja, não é uma doença. Com essa queda de glicose, as células do corpo quebram as gorduras e proteínas armazenadas a fim de fornecer a energia necessária aos neurônios. Por essa razão, ocorre o quadro de hipoglicemia.

Essa condição está associada à diabetes, sendo uma complicação relacionada ao tratamento da doença, principalmente diabetes do tipo 1. Todavia, a hipoglicemia também pode ocorrer em pessoas saudáveis.

Os sintomas

Geralmente, quando o nível da glicemia cai para menos de 60 mg/dl, os sintomas da hipoglicemia começam a aparecer. Por ser a glicose o combustível essencial do nosso organismo, quando os seus níveis sanguíneos caem, o nosso corpo envia sinais como uma reação do sistema nervoso e também em decorrência do sofrimento celular — principalmente dos neurônios por falta de energia.

Sintomas adrenérgicos ou neurogênicos

Valores elevados de glucagon, adrenalina e outros hormônios contrarreguladores no sangue são os causadores dos sintomas adrenérgicos da hipoglicemia. Isso ocorre devido ao estresse metabólico que o cérebro sofre quando os níveis de açúcar no sangue estão baixos, o que estimula a produção de glucagon e, além disso, eleva a produção de adrenalina — hormônio que inibe a insulina e libera as reservas de glicose do fígado.

Os sintomas mais comuns são:

  • calor
  • dor de cabeça
  • dormência nos lábios ou membros
  • fome
  • nervosismo
  • suores
  • taquicardia
  • tremores

Sintomas neuroglicopênicos

Surgem por causa da falta de glicose para os neurônios, geralmente quando os níveis de glicemia estão abaixo de 55 ou 50 mg/dl. Quando isso ocorre, as células do cérebro não funcionam adequadamente, podendo causar:

  • alterações de comportamento
  • alterações visuais
  • coma
  • convulsões
  • discurso incoerente
  • incoordenação motora
  • letargia
  • perda da capacidade de raciocínio
  • prostração
  • redução do nível de consciência

Coma, convulsões e redução do nível de consciência ocorrem somente em casos de hipoglicemia grave, quando os valores de glicose sanguínea se encontram abaixo de 40 mg/dl. Níveis de hipoglicemia abaixo de 30 mg/dl, se não reconhecidos e corrigidos, podem levar à morte.

As causas

É mais comum que ocorra a hipoglicemia em pessoas diabéticas, por efeito contrário do tratamento com insulina ou hipoglicemiantes orais. Porém, a hipoglicemia pode surgir em não diabéticos, pelos seguintes motivos:

  • alcoolismo
  • cirrose ou hepatite grave
  • cirurgias para redução do estômago
  • desnutrição
  • deficiência de cortisol
  • medicamentos: gatifloxacino, indometacina, lítio, quinina e pentamidina
  • tumores do pâncreas

Hipoglicemia reativa

Também chamada de hipoglicemia pós-alimentar ou pós-prandial, é um fenômeno que configura eventos de hipoglicemia sintomática que acontecem 4 horas após as refeições. A hipoglicemia reativa deve ser investigada para que sua causa seja esclarecida.

Normalmente ocorre quando há uma absorção rápida dos carboidratos que foram ingeridos durante a alimentação, pois isso estimula o pâncreas a expelir insulina em excesso em um curto período de tempo.

O tratamento

Os diabéticos não devem, a fim de evitar crises de hipoglicemia, manter o nível de glicemia alto. A longo prazo, isso pode gerar complicações para a saúde. O tratamento consiste, basicamente, em corrigir os níveis de glicose no sangue revertendo o quadro de hipoglicemia. Veja o que deve ser feito em cada caso:

Hipoglicemia leve

Reconhecendo os sintomas, assim que iniciarem, a própria pessoa poderá tratar corrigindo o valor de açúcar presente no sangue.

Em pessoas conscientes e com sintomas leves, o quadro de hipoglicemia pode ser revertido ingerindo de 15 a 20 g de glicose. Isso equivale a:

  • uma colher de sopa de açúcar ou mel
  • uma fatia de torrada
  • um copo de refrigerante ou suco, sem ser diet
  • duas a quatro balas
  • quatro bolachas
  • uma porção de algum alimento rico em carboidratos

Mesmo que um dos sintomas seja fome exagerada, não é recomendável comer em excesso. Essa ação não corrigirá a hipoglicemia e ainda poderá causar um quadro de hiperglicemia. Deve-se, portanto, ingerir a quantidade indicada de glicose (15 a 20 g) e esperar cerca de 15 minutos. Persistindo, uma nova dose de glicose pode ser ingerida. Mas, se a hipoglicemia não cessar após três doses, é preciso procurar um médico.

Hipoglicemia grave

Quando o quadro de hipoglicemia é mais grave, comprometendo o nível de consciência, a pessoa deverá ser encaminhada ao hospital para ser tratada com glicose intravenosa — a correção será imediata. Se houver crises convulsivas ou agitação enquanto aguarda atendimento, é recomendado esfregar um pouco de açúcar ou mel nas gengivas.

É importante ressaltar que não é aconselhável oferecer líquidos ou alimentos a alguém com consciência reduzida, pois isso pode ocasionar engasgamento ou broncoaspiração (aspirar algo em direção aos pulmões).

Em caso de crises recorrentes de hipoglicemia grave, os familiares que saibam administrar medicação subcutânea ou intramuscular poderão aplicar injeção de glucagon, disponibilizada em farmácias.

Como fazer o controle da hipoglicemia

Alguns cuidados são importantes na hora de prevenir e controlar a hipoglicemia, principalmente para quem tem diabetes.

Medir regularmente a glicose

Esse cuidado é essencial para o controle da glicemia. É importante ter um acompanhamento médico, em que o profissional de saúde determinará a frequência da medição.

Medir os valores de glicose não é tão complicado, uma vez que existem diversas maneiras, como testes de laboratório e até glicosímetros — dispositivos portáteis. Dessa maneira, fica mais fácil manter os níveis de glicose controlados.

Evitar jejum prolongado

Ao ficar muitas horas sem se alimentar, o nível de açúcar no sangue diminui. O ideal é se alimentar após pequenos intervalos.

Não dormir em jejum

Ouvimos muito que não devemos fazer refeições pesadas antes de dormir, mas saiba que também não devemos dormir em jejum. Isso pode ocasionar uma hipoglicemia noturna que gera transpiração intensa, pesadelos e dor de cabeça ao levantar. Portanto, faça uma refeição leve antes de dormir.

Não ingerir bebida alcoólica em excesso

Ao consumir bebidas alcoólicas, a absorção de diversas vitaminas e minerais pelo organismo fica prejudicada. Isso porque o fígado prioriza metabolizar o álcool e deixa em segundo plano outras funções, como fornecer glicose às células.

Cuidar da quantidade de carboidratos ingeridos

As pessoas com diabetes devem ter um cuidado especial com os carboidratos. Importante ressaltar que eles não devem ser cortados totalmente da dieta. Principalmente para quem pratica atividades físicas a ingestão é essencial antes e depois dos exercícios.

Atentar-se à quantidade de insulina

A insulina em quantidade maior que a necessária pode diminuir drasticamente o nível de açúcar no sangue, levando à hipoglicemia.

Preferir carboidratos complexos

No caso de hipoglicemia reativa, procure evitar carboidratos simples: doces, farinha branca, açúcar branco etc. Prefira carboidratos complexos — como farinha e arroz integrais — ou ainda associação de carboidratos com proteínas ou gorduras, como pão com manteiga, porque a absorção é mais lenta.

Manter hábitos saudáveis, repor os carboidratos após atividade física e não se exercitar em jejum também são alguns cuidados que você pode somar ao seu dia a dia para viver de maneira mais saudável, prevenindo a hipoglicemia.

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