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O que é pré-diabetes? Conheça os principais sintomas e tratamentos

Muitas vezes, o nosso corpo nos dá indícios de que algo está errado. A pré diabetes é a situação que antecede a diabetes tipo 2 e serve de alerta para evitar a progressão da doença. O corpo começa a enviar sinais e, por meio de exames de sangue, verifica-se altos níveis de glicemia e insulina.

Essa situação é muito conhecida pelo estado de resistência à insulina, que é quando o pâncreas produz a substância em excesso para tentar controlar os níveis de açúcar no sangue. No entanto, a pré-diabetes pode ser contida e revertida, desde que os devidos cuidados sejam tomados.

Ficou curioso para saber mais sobre o assunto? Então confira este artigo que preparamos! Nele, você entenderá os sintomas da pré-diabetes, o diagnóstico, os fatores de risco, a progressão da doença, o tratamento e os cuidados que devem ser tomados. Vamos lá?

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Quais são os sintomas mais comuns?

Como mencionamos no início de nossa conversa, o nosso corpo comumente emite sinais de que algo está errado com o seu funcionamento. Muitas vezes, no entanto, os sintomas de um problema podem ser muito sutis e praticamente imperceptíveis, o que faz com que a situação se agrave progressivamente.

Pensando nisso, separamos alguns dos principais sintomas da pré-diabetes. Afinal, a informação é o melhor caminho para conhecer melhor os possíveis sinais e identificá-los precocemente, aumentando consideravelmente as chances de reversão desse problema. Confira, a seguir, alguns dos mais comuns:

  • aumento da sede;
  • fatiga e cansaços excessivos;
  • falta de energia;
  • aumento no volume e na frequência urinária;
  • visão borrada e turva.

Apesar disso, na maioria das vezes, a pré-diabetes não emite qualquer tipo de sintoma. Ela é silenciosa e é justamente por isso que fica, em boa parte dos casos, sem um diagnóstico. Com isso, a situação acaba evoluindo para uma diabetes tipo 2.

Por conta disso, é essencial que façamos sempre exames preventivos, a fim de identificar possíveis alterações nos níveis de substâncias presentes em nosso sangue. Com algumas pequenas amostras, é possível diagnosticar a pré-diabetes precocemente e trabalhar para reverter esse quadro tão sério e prejudicial para o organismo.

Como é feito o diagnóstico?

Já que estamos falando sobre a identificação dessa doença, que tal conversarmos sobre esse tema? Para fazer o diagnóstico da pré-diabetes, são utilizados os mesmos métodos laboratoriais para o da doença normal, mudando somente os valores de referência. Confira, a seguir, os principais:

Glicemia de jejum

Esse é o método mais comumente utilizado para o diagnóstico, com os resultados mais fidedignos. Ele consiste em dosar, após o jejum de pelo menos 8 horas, o nível de glicose no sangue. Os valores de referência para esse teste são:

  • o índice normal é de no máximo 99 mg/dl;
  • valores entre 100 e 125 mg/dl (em pelo menos duas dosagens distintas) são classificados como pré-diabéticos;
  • quando igual ou acima de 126 mg/dl (em duas ou mais dosagens distintas) define-se que o indivíduo é diabético.

Hemoglobina glicada (HbA1C)

Este exame avalia a quantidade de glicose presente na hemoglobina. Ele estipula uma média do valor da glicemia nos últimos 3 meses e, se o valor do exame vier alto, significa que a glicemia esteve descontrolada durante esse período:

  • índice abaixo de 5,7% é considerado normal;
  • entre 5,7% e 6,4% é classificado como pré-diabético;
  • acima de 6,5% é classificado como diabético.

Teste de tolerância à glicose (TTOG)

O exame de tolerância é realizado em duas etapas distintas. Na primeira, é dosada a glicemia em jejum do paciente e, 2 horas após ingerir uma solução rica em açúcar, a glicemia é novamente testada.

O teste de tolerância oral à glicose serve para verificar como o organismo processa a substância logo após a sua digestão e raramente é utilizado para o diagnóstico da pré-diabetes ou diabetes. A intolerância à glicose é sinônimo de pré-diabetes:

  • índice abaixo de 140 ml/dl é considerado normal;
  • entre 140 e 199 ml/dl é classificado como pré-diabético;
  • acima de 200 ml/dl é classificado como diabético.

Quais são os fatores de risco associados à doença?

Essa é uma condição, infelizmente, silenciosa. Por conta disso, muitas pessoas desenvolvem pré-diabetes, mas não sabem, pois ela se dá gradualmente sem sinais ou sintomas de alerta.

Dessa forma, muitos só reconhecem seu estado de diabético limítrofe porque os sintomas da doença começam a aparecer, o que acontece apenas algum tempo após a instauração do problema no organismo. Por isso, estar a par dos fatores de risco, os quais listaremos adiante, é essencial.

É preciso destacar que um dos principais — se não o principal — fatores de risco da pré-diabetes é o ganho de peso. Com o acúmulo de quilos cada vez maior, o nosso pâncreas começa a produzir mais insulina para tentar controlar os níveis de açúcar.

Essa tentativa, no entanto, não é interpretada pelo organismo de forma benéfica, criando o estado de resistência insulínica — nesse caso, mesmo com muita insulina disponível, ela acaba funcionando pouco. Sendo assim, todo o controle quanto a essa questão é mais que essencial.

Além desse, por ser um estágio antes de evoluir para a diabetes, os demais fatores de risco são quase idênticos. Veja:

  • acúmulo de gordura na região abdominal;
  • apneia obstrutiva do sono;
  • colesterol alto, baixo HDL, triglicerídeos alto;
  • hipertensão arterial;
  • histórico familiar de diabetes tipo 2;
  • histórico pessoal de diabetes gestacional;
  • mais de 40 anos;
  • sedentarismo;
  • síndrome dos ovários policísticos;
  • sobrepeso IMC maior que 25kg/m²;
  • tabagismo.

Como ocorre a progressão da pré-diabetes para diabetes?

A pré-diabetes apresenta duas questões fundamentais: estar associada a outros fatores de risco para doenças cardiovasculares e o fato de ser um estágio que antecede a diabetes — transição que pode ocorrer em poucos anos.

Se nada for feito, até 1/3 dos pacientes diagnosticados com pré-diabetes desenvolverão a doença no período de 3 a 5 anos. Entre aqueles que se encontram dentro dos fatores de risco, a taxa é ainda mais alta.

Portanto, nem todos os indivíduos diagnosticados com pré-diabetes obrigatoriamente progredirão para diabetes, mas todos os portadores de diabetes tipo 2 passaram pelo estágio de pré-diabetes.

Na fase de pré-diabetes, ocorrem alterações metabólicas que predispõem a doença, entretanto ainda é possível revertê-las. É importante ficar atento aos fatores determinantes do risco de evolução, como o excesso de peso, predisposição genética e sedentarismo.

Assim, a prevenção deve ser feita o quanto antes, já que o risco de progressão da doença é alto e não há como saber, antecipadamente, se vai ou não progredir. O melhor é sempre caprichar nos cuidados com a saúde para evitar problemas futuros.

Como é o tratamento e o controle da pré-diabetes?

O tratamento da pré-diabetes nada mais é do que a prevenção contra a doença. O objetivo deve ser tentar reduzir os fatores de risco. Mesmo existindo o histórico familiar — que serve como sinal de alerta — e a idade, modificar a alimentação (por meio de dietas com redução de calorias, gorduras saturadas e carboidratos), praticar atividades físicas, reduzir o peso corporal e parar de fumar já são medidas muito eficazes.

A verdade é que, na maior parte dos casos, o tratamento da pré-diabetes está diretamente ligado com as orientações para a mudança de hábitos de vida. Em outras situações, o médico responsável poderá decidir, junto com o paciente, por iniciar um tratamento com medicação para impedir que a condição evolua.

As pessoas com pré-diabetes devem priorizar o emagrecimento e tentar obter um IMC em torno de 25 kg/m². No entanto, pequenas perdas de peso — como 5% a 10% do peso corporal — já reduzem de maneira significativa o valor da glicemia em jejum.

A atividade física também é essencial para o tratamento. O excesso de gordura corporal e a falta de atividades físicas diminuem a eficácia da insulina. Já o aumento da massa muscular e a prática de exercícios torna a insulina no sangue mais eficaz. O ideal é praticar atividade física ao menos 30 minutos, 5 vezes por semana.

O tabagismo aumenta as chances de desenvolver diabetes em até 40%. Portanto, deve ser extinto imediatamente da rotina de quem foi diagnosticado com pré-diabetes.

Todas essas medidas aliadas a atividades físicas programadas e não programadas são eficientes para o tratamento e prevenção da pré-diabetes. Importante ressaltar que essas mudanças de hábito devem permanecer ao longo da vida para que a condição não reapareça.

Quais são os alimentos a serem ingeridos?

Em um quadro de pré-diabetes, é ideal prezar pelo consumo de alimentos de baixo a médio índice glicêmico — como frutas, legumes, arroz integral, feijão etc —, uma vez que eles tendem a diminuir o nível de açúcar no sangue, evitando, assim, o desenvolvimento da diabetes.

As gorduras, fibras, proteínas também são importantes e ajudam a reduzir o aumento do açúcar no sangue, portanto, o indivíduo pode incluir em sua rotina frutas com casca e bagaço, carnes, ovos, azeite, vegetais crus etc.

Para exemplificar, preparamos abaixo uma lista com alguns alimentos que podem ser consumidos sem grandes preocupações na pré-diabetes. Veja:

  • carnes de boi, frango, porco, peixe, carneiro etc.;
  • frutas (no máximo duas unidades por refeição);
  • verduras e legumes no geral;
  • grãos integrais, como arroz, aveia e farinha integral;
  • leguminosas, como soja, feijão, lentilha, grão de bico etc.;
  • castanhas, amendoins, nozes, amêndoas e demais oleaginosas;
  • gorduras boas, como azeite e óleo de coco.

Mas atenção: mesmo os alimentos saudáveis, como os mencionados acima, bem como os sucos naturais de frutas, devem ser consumidos de forma equilibrada e em moderação, de modo a evitar picos de glicemia.

Quais são os alimentos que devemos evitar?

Deve-se reduzir a ingestão de gorduras saturadas, como sal, açúcar e carboidratos simples, preferindo carboidratos complexos, verduras, legumes, carnes magras e fibras, incluindo na alimentação folhas verdes escuras e farinha de maracujá, como forma de diminuir o nível de açúcar no sangue.

Da mesma forma que listamos os alimentos ideais para quem tem pré-diabetes, há aqueles (fontes de carboidratos e de absorção rápida) que devem ser evitados ao máximo. Veja:

  • pães brancos, bolos, biscoitos e demais alimentos ricos em farinha branca;
  • fast-food;
  • refrigerantes e sucos industrializados;
  • cafés ou chás com açúcar;
  • chocolates, doces e sorvetes ricos em açúcar etc.

Medicamentos para a pré-diabetes

Na maioria das vezes, não é necessário o uso de medicamentos. Somente as mudanças de hábito como forma de prevenção da diabetes já são suficientes para controlar os níveis de glicose no sangue. Sem contar que são poucos os medicamentos que realmente funcionam sem provocar diversos efeitos colaterais.

Contudo o tratamento pode ser bastante útil em pacientes que não conseguem mudar seu estilo de vida, que se encontram em alto risco, que têm IMC acima de 35 kg/m² ou histórico de diabetes gestacional.

Dessa forma, a metformina pode ser receitada, já que ajuda na redução dos níveis de glicose no sangue. O orlistat, por outro lado, não age diretamente sobre a glicose, mas pode ser eficaz no emagrecimento, sendo útil no controle do pré-diabetes para quem está acima do peso.

Como é a recomendação da cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica consiste na redução cirúrgica do estômago dos pacientes. Assim, a sensação de saciedade é obtida com uma rapidez maior, o que faz com que a quantidade de alimento ingerida seja reduzida consideravelmente.

Esse procedimento é uma medida indicada para casos mais radicais, como quem apresenta obesidade mórbida e não consegue perder peso. Após a cirurgia bariátrica, a pessoa apresenta uma grande melhora do metabolismo da glicose, além de perder peso de forma rápida.

Como lidar com o diagnóstico?

Nem sempre é fácil lidar com o diagnóstico de um problema como a pré-diabetes. A possibilidade de desenvolver uma doença sem cura e que demandará cuidados por toda a vida pode ser bastante preocupante e, portanto, é normal se ver meio perdido ao encarar esse fato.

A ajuda psicológica é fundamental para auxiliar os pacientes a enfrentarem esse momento de cabeça erguida. Afinal, o diagnóstico de pré-diabetes não é uma sentença e, felizmente, ele pode ser revertido desde que os cuidados adequados sejam tomados.

O primeiro passo é sempre mudar os hábitos de estilo de vida, principalmente os que dizem respeito à alimentação e à prática regular de atividades físicas. A dieta precisa ser equilibrada, com a ingestão de muitos vegetais, e sempre focada na redução de calorias e de açúcares.

Já os exercícios físicos podem ser feitos com moderação e sempre respeitando as limitações individuais dos pacientes, mas não podem ser deixados de lado. Ainda que feitos de modo leve, eles são cruciais para manter o metabolismo sempre acelerado e evitar problemas.

Por fim, o controle emocional também é muito importante. Se mantenha longe do estresse e utilize as ferramentas necessárias para que isso aconteça. Foque em seus hobbies e execute atividades prazerosas. Afinal, a sua saúde precisa disso!

Como você pode perceber, com medidas simples, mas eficazes, é possível reverter o quadro e ter uma vida mais saudável. Lembre-se de que, na maioria dos casos, não há sintomas de pré-diabetes, então é fundamental estar atento aos sintomas de risco.

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