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Tipos de adoçante

Retirar o açúcar da alimentação pode ser um pouco difícil. A boa notícia é que a ciência e a biologia têm evoluído tanto que adoçar os alimentos e bebidas de formas alternativas está ficando muito mais fácil. Os vários tipos de adoçantes, ou edulcorantes, servem justamente para isso: substituir o açúcar, da forma mais fiel possível, preservando o sabor.

O mercado hoje oferece uma grande variedade de adoçantes. A SugarFree Box é um exemplo de empresa que trabalha somente com alimentos seguros e sem açúcar, testando sempre o sabor e variando os produtos da caixinha mês a mês.

E, para a felicidade dos diabéticos, alguns adoçantes possuem até um poder maior de adoçamento do que o açúcar comum. Além disso, muitos produtos são tão saborosos quanto os adoçados com sacarose.

Só existe um probleminha: como saber qual tipo de adoçante comprar e qual o sabor e função de cada um? Para facilitar sua escolha, neste post, listamos e explicamos as diferenças entre adoçantes naturais e artificiais, e os benefícios dos tipos de adoçante mais comuns sendo vendidos. Confira!

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Os adoçantes naturais

Os adoçantes disponíveis no mercado hoje se separam entre os naturais e os artificiais. Os naturais geralmente são considerados mais nutritivos, por serem extraídos por meio de processos químicos de açúcares existentes na natureza. São exemplos a frutose, a glicose e a sacarose.

Outra vantagem desses adoçantes é que a maioria deles possui quantidades maiores de minerais — como o cálcio ou o ferro —, sendo que as variedades artificiais costumam ser pobres em nutrientes.

Como os estudos sobre os adoçantes ainda são motivos de bastante discussão dentro das comunidades científicas, é difícil apontar a resposta certa para o tipo de adoçante que deve ser utilizado. Por isso, talvez a coisa mais prudente a se fazer é conhecer bem os diferentes tipos de adoçantes, suas vantagens e desvantagens e optar pelos naturais quando for possível.

Vamos conhecer alguns adoçantes naturais, a maioria extraída de plantas ou frutas:

Frutose

A frutose é um adoçante natural, extraído de frutas, de vegetais e do mel. Ao contrário da maioria dos adoçantes, ela tem o teor calórico de 4 cal/g, igual ao do açúcar comum (sacarose). Por isso, quase não é utilizada em dietas de emagrecimento.

No entanto, seu poder adoçante é uma vez e meia maior que o do açúcar e, assim, a quantidade necessária para adoçar o alimento é um pouco menor. É um dos adoçantes mais saudáveis, por ser natural, mas seu consumo em excesso pode causar cáries ou aumentar os triglicerídeos no sangue.

Sorbitol

O sorbitol também é um açúcar natural, encontrado em algumas frutas e até em algumas algas marinhas. Por resistir a temperaturas bem elevadas, é muito usado no preparo de doces e pratos que precisam ir ao forno ou ao fogo.

Como seu poder adoçante é 50% menor que o do açúcar, é necessário uma dose maior para se chegar ao mesmo grau de doçura, apesar de algumas pessoas não tolerarem quantidades muito grandes da substância.

Por isso, não é indicado para obesos nem diabéticos. Além disso, o Sorbitol é bastante diurético e aumenta a perda de cálcio no organismo.

Manitol

O manitol também é um adoçante natural, encontrado em vegetais, como cebola e beterraba. Surpreendentemente, é uma substância que adoça ainda menos que o açúcar comum. Ele tem cerca de 70% do seu poder adoçante.

Algumas pesquisas sugerem que a ingestão em doses altas pode provocar um efeito laxante. Seu teor calórico é de 2,4 cal/grama, menos que a sacarose.

Stevia

Natural e extraído da planta stevia, originária da Serra do Amambaí, na fronteira do Brasil com o Paraguai, tem poder adoçante cerca de 200 a 300 vezes maior que o do açúcar comum. É o único adoçante de origem vegetal produzido em escala industrial.

Por ser totalmente atóxico e seguro ao organismo e, também pelo motivo de não possuir uma caloria sequer, tem sido o mais utilizado atualmente na culinária saudável.

Agave azul

A agave azul é uma planta mexicana da qual também se extrai a tequila. O adoçante da agave é rico em açúcares com alto poder de adoçar, como frutose e dextrose, e, por isso, é um produto mais poderoso que o açúcar comum.

Apesar de possuir um baixo índice glicêmico, a presença dessas substâncias faz com que o agave não seja indicado para diabéticos. No entanto, outro grupo rapidamente absorveu o agave como um bom substituto para o mel: os veganos.

Por ser um produto natural extraído das plantas, a calda de agave pode ser usada tanto para adoçar o café, no lugar do açúcar comum, como para receitas de doces e caldas.

Os adoçantes artificiais

Além dos adoçantes naturais, os artificiais também estão presentes no mercado em grande variedade. Eles são considerados artificiais porque geralmente seu processo de criação consiste em uma modificação química nas moléculas dos adoçantes naturais.

Os adoçantes artificiais são sempre alvos de polêmicas. Alguns estudos apontam que, ao invés de ajudar na perda de peso e controle da obesidade, determinados tipos podem até atrapalhar a dieta por conterem substâncias que impedem que as enzimas auxiliares da digestão funcionem direito.

Conheça alguns dos tipos de adoçantes artificias mais populares:

Sucralose

A sucralose é o único adoçante derivado do açúcar. Seu poder de doçura é 600 vezes maior que o do açúcar comum e ela não apresenta efeitos tóxicos, carcinogênicos, reprodutivos ou neurológicos.

Também não é metabolizada pelo organismo, sendo completamente eliminada em 24 horas por meio da urina. É usada em bebidas, sobremesas, sorvetes e snacks de baixo teor calórico, em que outros adoçantes não podem ser usados.

Aspartame

O aspartame é uma proteína dissociada, produzida a partir dos aminoácidos fenilalanina e ácido aspártico, encontrados normalmente nos alimentos. É um dos adoçantes mais conhecidos, possuindo sabor agradável e semelhante ao açúcar comum e potencial adoçante 200 vezes maior

É muito usado pela indústria alimentícia, principalmente nos refrigerantes diet. Em altas temperaturas, o aspartame perde seu sabor doce e, por isso, deve ser utilizado em alimentos e líquidos frios.

É contraindicado para os portadores de fenilcetonúria (incapacidade do organismo de metabolizar a fenilalanina), uma anomalia rara que geralmente é diagnosticada no nascimento (teste do pézinho). Pelo mesmo motivo, também se desaconselha o uso por grávidas.

Ciclamato de sódio

O ciclamato é um dos tipos de adoçantes mais polêmicos por alguns fatores. O primeiro é que ele adoça 50 vezes mais que o açúcar, e essa é uma das razões pelas quais a Anvisa só autoriza a comercialização no limite máximo de 0,04 g de ciclamato de sódio para cada 100 g de alimento ou bebida.

Outro fator é a disputa da comunidade médica que, desde os anos de 1970, luta para provar que o ciclamato é tóxico e pode causar câncer. As pesquisas sugerem que o consumo dessa substância por longos períodos de tempo poderia aumentar em até três vezes a chance de câncer no trato urinário. Mas, até hoje, nada foi comprovado.

É um dos adoçantes mais baratos do mercado e, por isso, amplamente utilizado em sorvetes, gelatinas, geleias e refrigerantes. Como também contém sódio, os especialistas alertam para o uso principalmente por hipertensos, já que o sódio aumenta a pressão.

Sacarina

A sacarina é outra substância que até hoje está em disputa pela comunidade médica, pois não há comprovação quanto a sua toxicidade. No entanto, acredita-se que seu consumo durante a gravidez estaria ligado ao aparecimento de tumores malignos e à diminuição do crescimento do bebê.

Foi o primeiro adoçante artificial criado pelo homem, e é extraída de um derivado do petróleo. Seu poder adoçante é cerca de 300 vezes maior que o do açúcar e não é uma substância calórica.

Acessulfame-K

O acessulfame-K é um dos tipos de adoçante mais interessantes, porque na verdade é um sal. É uma substância derivada do potássio — o elemento do sal de cozinha — mas o seu sabor é bem doce, próximo ao da glicose.

Não é indicado para portadores de doenças renais, cujo tratamento inclui a restrição do consumo de potássio. É muito usado em chicletes, como adoçante de mesa, em bebidas dietéticas, chás, gelatinas, pudins, em produtos de padaria e sorvetes.

Tagatose

A tagatose é um um adoçante derivado da lactose, que é a substância responsável pelo doce do leite. A tagatose tem vantagens quando comparada com o açúcar refinado, porque ela é quase tão doce quanto esse, mas como não é absorvida pelo organismo, não aumenta os níveis de glicose e insulina no sangue.

A tagatose é produzida a partir da quebra das moléculas da lactose, que se dividem em galactose e glicose. Depois as moléculas de galactose são transformadas em tagatose.

Como o adoçante ainda é uma descoberta recente, as pesquisas sobre o produto ainda estão em andamento, sendo apontados como efeitos colaterais a geração de gases, náusea ou diarreia, se o consumo for exagerado.

São muitos tipos de adoçantes existentes hoje e é difícil escolher mesmo conhecendo um pouquinho mais de cada um. Se você só quer uma alimentação mais saudável, uma boa opção é trocar o açúcar por algum adoçante natural.

Porém, se você quer substituir o açúcar em receitas específicas, é bom procurar pelas marcas que oferecem as variedades preparadas para forno e fogão.

No caso de uma dieta para perda de peso ou por problemas de saúde, é sempre recomendado se consultar com um nutricionista para que ele possa indicar o melhor tipo de acordo com as restrições do organismo. O bom é que são tantas opções que, com certeza, alguma vai ser a ideal para você.

E aí, gostou de conhecer as diferenças entre os tipos de adoçante? Então, que tal conhecer um pouco mais sobre o assunto e descobrir se a frutose faz mal?

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